Mariana Uhlmann diz que orou contra papéis de Felipe Simas: você faria isso por 3 filhos hoje?

Mariana Uhlmann diz que orou contra papéis de Felipe Simas: você faria isso por 3 filhos hoje?

Uma confissão mexe com fãs de novelas e criadores de conteúdo: quando fé, rotina e carreira se chocam, quem cede primeiro?

Mariana Uhlmann contou que já rezou para que o marido, o ator Felipe Simas, não fosse aprovado para trabalhos em filmes e séries. O casal, junto há 13 anos e com três filhos, vive o desafio de equilibrar afeto, fé e as pressões da vida artística.

Fé e rotina familiar em colisão

A fala de Mariana abriu um debate: até onde vai o desejo de proteção da família e onde começa a autonomia profissional do parceiro. Segundo ela, o pedido veio de um lugar de cuidado, diante de agendas extensas, deslocamentos e mergulhos em personagens que cobram energia emocional.

Casados há 13 anos e com três filhos, eles relatam que sustentam a parceria com diálogo constante para lidar com as demandas da carreira artística.

Quem acompanha a trajetória de Felipe sabe que o trabalho de ator envolve períodos intensos. Gravações noturnas. Longos ensaios. Promoções. Muitas ausências em datas importantes. Esse ritmo afeta a rotina da casa e exige combinados claros.

O que significa “orar contra” os papéis

No contexto de Mariana, “orar contra” não é desejar o fracasso do outro. É pedir um freio quando o volume de trabalho ameaça a saúde do casal e a presença paterna. Em famílias com crianças, cada escala de gravação impacta horários de escola, consultas, imprevistos e momentos de convivência.

Na prática, esse pedido sinaliza um limite: quando o trabalho transborda e começa a custar caro em termos de presença, descanso e saúde emocional, a família pede rearranjo.

Fé, nesse cenário, vira linguagem para expressar necessidade. Em vez de impor uma decisão, Mariana transformou a inquietação em oração. E depois levou o tema à conversa, como ela própria enfatiza ao falar de “diálogo constante”.

Reação do público e o debate nas redes

O assunto gerou identificação e estranhamento. Pais e mães disseram entender o impulso de proteger os filhos e pedir menos trabalho em períodos críticos. Outros apontaram o risco de intervir demais na carreira do parceiro.

  • Quem apoiou ressaltou o direito de priorizar os filhos em fases apertadas.
  • Quem criticou cobrou fronteiras claras entre fé pessoal e escolhas profissionais.
  • Muitos pediram que o tema vire acordo objetivo, não apenas oração.

O peso invisível da carreira artística

Para além da discussão moral, há fatos concretos. A profissão de ator exige flexibilidade e disponibilidade total. Contratos fecham em cima da hora. Locações mudam. O personagem pode demandar preparação extra. Somam-se viagens e compromissos de divulgação.

Exigência profissional Impacto na família
Gravações extensas e noturnas Ruptura da rotina de sono das crianças e do casal
Períodos fora de casa Reorganização do cuidado diário e das atividades escolares
Divulgação e eventos Fins de semana e feriados ocupados
Construção emocional do personagem Cansaço mental e menor disponibilidade afetiva

Quando o amor pede freio: limites e acordos

Nesse tipo de dilema, especialistas em família costumam sugerir ferramentas práticas. Não se trata de impedir a carreira, e sim de criar guardrails que sustentem o vínculo e a parentalidade.

Três estratégias que funcionam

  • Janela de respiro: reservar semanas “blindadas” sem novos projetos após uma obra longa.
  • Agenda transparente: compartilhar escalas e demandas, com revisões semanais para ajustes finos.
  • Compensação emocional: programar momentos de presença intensa quando a agenda aliviar.

Em casais com fé, a oração vira ponto de partida para a conversa. Ela organiza emoções, mas não substitui combinados. A decisão final nasce do que o casal pactua na mesa da cozinha, não apenas no silêncio do quarto.

Como o público lê o gesto de Mariana

Para quem é fã, a fala joga luz no custo invisível do entretenimento. A novela chega leve à sala do telespectador porque, antes, alguém abriu mão de jantares, aniversários e cochilos. Ao verbalizar o incômodo, Mariana trouxe para a superfície uma tensão que muitas famílias silenciam.

O incômodo não é com o trabalho em si, mas com a falta de medida quando o relógio da casa perde a hora do cuidado.

Também chama atenção o recorte geracional. Influenciadores e atores da mesma faixa de idade de Felipe e Mariana têm filhos pequenos. Essa fase concentra demandas intensas: adaptação escolar, saúde, rotina noturna. Um projeto a mais pode virar a gota d’água.

O que fica para outros casais

Quem vive de turnês, plantões ou projetos audiovisuais reconhece a mesma gangorra. Surge então a pergunta que encabeça esta reportagem: você faria o mesmo? Muitos fariam, desde que o pedido vire acordo, com começo, meio e fim. Sem culpas paralelas, sem jogos de poder.

Para testar limites com menos atrito, uma saída possível é simular cenários. Pergunte-se: se entrarem dois convites ao mesmo tempo, qual escolhemos e por quê? O que prioriza a saúde da família neste trimestre? Qual é a régua que usamos para dizer “agora não”?

Informações práticas para quem está no mesmo dilema

Perguntas que ajudam na tomada de decisão

  • Este projeto adiciona ou retira qualidade de vida nos próximos três meses?
  • Há chance real de substituição ou remanejamento de horário?
  • Que apoio (família, babá, caronas) precisamos acionar e por quanto tempo?
  • Qual será o ritual de reconexão quando o projeto acabar?

Risco: adiar indefinidamente a carreira de um parceiro pode gerar ressentimento. Vantagem: ajustar o ritmo em fases críticas reduz desgaste e fortalece vínculos. Muitas famílias alternam protagonismo profissional por temporadas, o que dilui pressões e mantém o projeto comum em pé.

Se a fé faz parte do cotidiano, ela pode ser usada como ferramenta de alinhamento emocional. O passo seguinte pede clareza: metas realistas, calendário na geladeira e conversas de 15 minutos ao final do dia. Quando o amor encontra método, decisões difíceis pesam menos — e ninguém precisa torcer para o outro “não conseguir” um papel, porque a agenda já foi desenhada para caber em todos.

2 thoughts on “Mariana Uhlmann diz que orou contra papéis de Felipe Simas: você faria isso por 3 filhos hoje?”

  1. Je comprends l’élan de protection, mais “prier contre” un rôle doit rester un signal d’alarme, pas une décision cachée. Avec trois enfants, le coût invisible (sommeil, présence, santé mentale) est réel. Le bon move c’est de transformer la prière en contrat clair: fenêtres de respiro, agenda partagé, moments de reconnection. Sinon ça dérive en ressentiment. Pas facile, mais faisable.

  2. Je trouve ça limite: demander à Dieu de bloquer des projets, c’est pas un peu controlant? La solution n’est-elle pas de négocier les tournages à l’avance, plutôt que de saboter la carrère de l’autre?

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