Brasília se prepara para uma noite de guitarra, nostalgia e filas nos portões. Fãs ajustam agendas, bolsos e expectativas altas.
O Guns N’ Roses encerra a temporada brasileira no Mané Garrincha neste domingo (2/11), às 20h, com repertório extenso e novidades de formação.
O retorno a Brasília
Axl Rose, Slash e Duff McKagan voltam à capital para fechar a turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O giro passou por Florianópolis, São Paulo, Curitiba e Cuiabá com estádios cheios e muita cantoria. Brasília recebe a última parada com clima de despedida e promessa de set generoso.
Data, hora e lugar: domingo (2/11), 20h, Estádio Mané Garrincha. Fechamento da turnê no Brasil.
A banda continua em alta mesmo sem lançar álbum de inéditas desde 2008, ano de Chinese Democracy. O apelo vem do repertório, da química entre palco e plateia e do peso das guitarras que moldaram o hard rock dos anos 80 e 90. Para esta noite, a produção trabalha com show de aproximadamente três horas.
Ingressos e setores
Há ingressos disponíveis para todos os setores. Os valores variam de R$ 350 a R$ 5.479, com venda na plataforma Eventim. Quem busca pista costuma optar por preço intermediário e proximidade do palco. Já as áreas premium oferecem visão frontal e serviços adicionais, refletidos no valor.
Faixa de preços confirmada: de R$ 350 a R$ 5.479, com disponibilidade em todos os setores.
| Data | Horário | Local | Abertura | Duração prevista | Ingressos | Faixa de preço |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Domingo (2/11) | 20h | Mané Garrincha | Raimundos | Até 3 horas | Venda digital (Eventim) | R$ 350 a R$ 5.479 |
Como escolher seu lugar
- Quem quer cantar junto e ficar perto dos riffs de Slash tende a preferir pista.
- Assentos elevados ajudam na visão geral do palco e do telão, com menos empurra-empurra.
- Áreas premium priorizam conforto e deslocamento mais rápido, úteis para quem chega em cima da hora.
Três horas de clássicos
O desenho do show privilegia a fase mais popular do grupo. A plateia deve ouvir Welcome to the Jungle, Sweet Child o’ Mine, November Rain e Paradise City. Baladas e solos longos alternam com explosões de guitarra, enquanto o piano de Axl surge em momentos-chave. O público costuma puxar coro desde as primeiras notas, o que transforma o estádio em uma massa única de vozes.
Expectativa de setlist: hits dos anos 80/90, solos extensos e piano marcando baladas que viraram hinos.
A energia cresce com mudanças de dinâmica entre músicas rápidas e passagens mais melódicas. A banda equilibra fidelidade aos arranjos originais com pequenas variações ao vivo. Essa receita mantém a atmosfera de nostalgia sem perder vigor.
Tributo a Ozzy Osbourne
Ao longo da turnê, o grupo incluiu uma homenagem a Ozzy Osbourne, lendária voz do Black Sabbath. Entram no roteiro versões de Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Die. As releituras dialogam com a raiz pesada do Guns e atiçam quem gosta de ver clássicos repaginados com outra assinatura de guitarra.
Novo capítulo na bateria
Isaac Carpenter assume as baquetas nesta passagem pelo país. O músico entrou em março, substituindo Frank Ferrer, que tocou com o Guns por 19 anos. Carpenter tem 46 anos e já dividiu palco com Duff McKagan entre 2009 e 2011, no projeto Loaded. A chegada dele mexe no pulso do show: viradas mais secas, condução direta e precisão que favorece o balanço das linhas de baixo.
Para a banda, Brasília marca a primeira apresentação de Carpenter no Brasil dentro do núcleo principal do Guns N’ Roses. Esse detalhe adiciona curiosidade técnica para quem acompanha arranjos e timbres de perto.
Raimundos aquece o público
Antes dos norte-americanos, os brasilienses do Raimundos tomam o palco. O repertório deverá incluir Eu Quero Ver o Oco e Mulher de Fases, hinos que conversam com a história do rock nacional dos anos 90. A abertura prepara o ambiente com peso, humor ácido e refrões certeiros. A mistura cria ponte entre referências locais e o cardápio internacional da noite.
Serviço e dicas rápidas
O entorno do Mané costuma registrar trânsito pesado perto do horário do show. Chegue com antecedência, confirme o portão no ingresso e evite levar itens restritos. Clima seco pede água e protetor labial. Quem fica nas primeiras filas pode usar protetor auricular sem perder a experiência sonora.
- Transporte: avalie apps de corrida ou carona compartilhada para reduzir o tempo de saída.
- Deslocamento interno: sinalização muda conforme o setor; siga as placas para banheiro e bares.
- Pagamento: leve cartão e uma quantia em dinheiro para imprevistos nos pontos de venda.
- Vestiário prático: tênis confortável, capa de chuva leve e uma camada extra para o retorno.
Planejamento para evitar filas
Quem chega até 60 minutos antes costuma enfrentar menos fila em revista e bares. Grupos que pretendem comprar itens de merchandising devem ir direto ao ponto de venda assim que entrarem. A troca de setores não é permitida após a checagem do bilhete, então confirme o acesso correto com antecedência.
Por que este show importa para o fã
Encerrar uma turnê no país costuma render surpresas. A banda às vezes estica solos, muda a ordem de músicas e abre espaço para jams. Brasília, com público fiel e coro alto, cria cenário ideal para registros que ganham as redes no dia seguinte. Para muitos, trata-se de uma chance rara de ver Axl, Slash e Duff em sintonia madura, com repertório que atravessa gerações.
Se você pensa no custo-benefício, o pacote oferece duração extensa, set repleto de clássicos e uma abertura nacional com identidade forte. Quem já viu apresentações recentes relata constância técnica e atenção ao som, pontos que fazem diferença em um estádio. Para quem vai pela primeira vez, vale juntar amigos, dividir transporte e alinhar ponto de encontro para evitar desencontros na saída.



3 heures de classiques annoncées (Welcome to the Jungle, Sweet Child, November Rain)… À Brasília ça va être monstrueux. À ce prix, je vise la piste pour être près des riffs de Slash. La vue en assises élevées vaut-elle le coup ou c’est trop loin?