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Comportamento

Por que deveríamos aceitar nossas falhas numa boa

by Karen Carneti Published on 15 de março de 2016

Talvez nossas falhas possam fazer mais do que nos definir e diferenciar; talvez elas possam nos guiar para que nos tornemos quem queremos ser ;)

Ninguém é perfeito, e você já deve estar careca de saber isso. Mas apostamos que, em algum momento da sua vida, já se perguntou por que é tão ansiosa, por que sua pele não é perfeita ou por que não poderia ter uns quilinhos a menos.

Para isso não acontecer mais, é preciso “sair” da sua própria cabeça. Basicamente, parar de pensar nessas coisas e focar nas suas qualidades. E "abraçar" suas falhas. Se você está para baixo por causa de si mesma, ser humano lindamente falho, aqui estão alguns conselhos:

Se você não consegue aceitar plenamente suas falhas, deve ao menos aprender a apreciá-las

Você não está fazendo nenhum favor a si mesma quando banca a vítima. Não é bonito, e você está se fazendo um desserviço grave se não consegue aceitar a responsabilidade por suas ações. De que outra forma você vai crescer?

Aprender a aceitar suas falhas é apenas o primeiro passo na jornada de aprender a amar a si mesma. E não importa o quanto extravagante ou clichê pareça, isso nunca deixará de ser um grande (e admirável, e honesto, e assustador) passo a tomar.

Por falar nisso, abrace a vulnerabilidade

Esta é uma das maiores coisas que você irá aprender –e uma famosa citação do filme Moulin Rouge, também.

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"A coisa mais importante que você irá aprender é amar, e em troca, amado ser"

Entenda que o desapego é um processo

Deixando o passado de lado não é uma coisa repentina que acontece de uma vez; sim, há momentos de catarse, mas no geral é um processo e algo no qual você deve trabalhar a cada dia.

E ao longo do tempo você percebe que não há dor no amor, apenas na conexão. A cada dia em que continuar trabalhando em todo este negócio de "deixar para lá" (e gradualmente começar a deixar de lado as coisas que lhe machucavam no passado, incluindo a própria percepção negativa de si mesma), mais perto chegará de quem você quer ser.

Então, sim, apesar de toda indecisão (e medo de não ser boa o suficiente, ou de não escrever bem o suficiente, de sentir ansiedade etc) você deve perceber que conseguiu chegar até onde está agora – e valorizar isto.

Se você está se sentindo indecisa sobre o caminho a tomar ou sobre quem você é e o que isso significa, apenas saiba que não é a única.

Não compare sua jornada com a de outra pessoa

Apenas não é justo que você compare seu caminho com o de outra pessoa. Todo mundo opera a partir de seu próprio nível de compreensão e consciência, e ninguém pode realmente entender todas as complexidades, contradições e segredos do universo que você é a não ser você mesma.

Quer você acredite em destino, cosmos, Deus ou como queira chamá-lo – é você quem deve construir seu próprio caminho, e isso é exatamente como deveria ser. No fim do dia, a única pessoa com a qual você deve se comparar é com aquela que você era ontem.

Lembre-se que ter falhas não diminui você como pessoa

Repita com a gente: “Ter falhas não me diminui como pessoa”. Assim como ter tido seu coração partido, ou ter ansiedade, ou o que você possa ter enfrentado – nenhuma dessas coisas lhe torna alguém pior. Prometemos.

Você não é o que você faz, nem o que aconteceu com você. Você é quem você é, e isso inclui quem você está destinado a ser um dia – com falhas e tudo. As coisas que acontecem com a gente sem dúvida nos muda, e às vezes nos traumatiza. Mas sempre depende de você como reagir em qualquer situação e como avançar no jeito como trata a si mesma.

O modo como você se trata é importante, e sempre será. E enquanto suas falhas irão sempre lhe dizer quem você é (às vezes sem rodeios e descaradamente), elas também são o que a faz interessante.

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