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Histórias de superação que você vai amar compartilhar

by Redação taofeminino Published on 14 de fevereiro de 2017

Quem não gosta de finais felizes? Temos dois dos bons para contar

Já reparou como aquela expressão “gentileza gera gentileza” é a mais pura verdade? Infelizmente o oposto também se aplica – violência gera... você sabe. Mas, vamos nos concentrar nos bons exemplos? Seguindo o raciocínio, praticar o bem resultaria em mais boas ações; pensar no próximo é garantia de mais empatia; superar um problema viraria lição de vida. Pois bem, uma pausa para você pegar um lencinho. Pegou? Temos aqui duas histórias que ilustram direitinho essas ideias. Histórias que poderiam ter acontecido com você, conosco ou com o vizinho. Histórias cheias de “nãos” transformados em “sins”. Histórias que provam por a + b que estar sempre bem pode influenciar todo mundo que está ao seu redor.

Marco Aurélio Borges, atleta paralímpico

“Nunca deixe que os outros digam para você qual é a sua limitação. Descubra você mesmo”. Parece uma dessas citações que pipocam na internet, mas a frase foi dita por um médico que havia assistido à recuperação de Marco Aurélio Borges. Um grave acidente de moto lhe custou a amputação de uma das pernas. “Você se sente em uma sala escura e não consegue enxergar o próximo passo”.

Seis meses de internação, longas sessões de fisioterapia e uma prótese depois, a grande virada: um colega de academia o apresentou ao esporte paralímpico. Marcão entrou de cabeça no desafio. E ganhou – 11 vezes consecutivas, diga-se – o título brasileiro de lançamento de disco na categoria F44. A coleção de prêmios e reconhecimentos não parou por aí. Coloque na conta a medalha de bronze nos lançamentos de disco e Dardo nos Jogos Parapan-Americanos Rio 2007, a participação Paralimpíadas de Pequim (2008) e Londres (2012) e também a graduação em duas universidades e uma pós-graduação cursada na Alemanha. Além disso, é frequentemente procurado para falar de sua experiência para pessoas que acabaram de sofrer traumas físicos, tanto a convite de médicos e profissionais de saúde, quanto em eventos e palestras. “Escutar de uma pessoa que tem as duas pernas que vai ficar tudo bem nos faz pensar ‘vai ficar bem porque não é com você, né?’. Mas, se entram atletas da seleção Paralímpica, usuários de prótese, e dizem ‘a gente está aqui, já passamos por isso, e vai ficar tudo bem’ [é diferente]”.

Hoje, além de competir, Marcão pretende continuar usando o esporte como ferramenta de desenvolvimento humano para melhorar a vida das pessoas. Ai, espera, caiu alguma coisa dentro do meu olho...

Priscila Pacheco, jornalista e técnica em Produção Audiovisual

Priscila é de Curitiba e cresceu no bairro do Capão Raso, na periferia da capital paranaense. Mãe aos 16, teve uma oportunidade única durante uma aula no colégio onde estudava: foi convidada para participar de oficinas de cinema. O documentário produzido à época – não por acaso, sobre gravidez na adolescência – lhe abriu diversas portas. Festivais, fóruns, debates, diferentes públicos queriam escutar o que aquela menina mãe tinha a contar e faziam-lhe convites recorrentes. Foi a partir dessa experiência que Priscila percebeu que o audiovisual era capaz de proporcionar emponderamento, ser um recurso de educação. Para dar asas ao insight, cursou jornalismo e fundar um projeto cheio de amor, com nome e sobrenome – o Janela Periférica.

Em parceria com a ASMOZI - Associação de Moradores das Moradias Zimbros, O Janela Periférica se vale de recursos do jornalismo, do cinema e da educomunicação para promover oficinas com as crianças do bairro Cidade Industrial de Curitiba. A ideia é refletir e noticiar o contexto em que vivem, mas com base na visão da criança sobre o seu espaço. O projeto busca estimular o senso crítico e criador e, consequentemente, possibilitar uma nova visão sobre a imagem, a formação do olhar e a transformação social. Segundo a jornalista, a ideia da iniciativa surge de uma lacuna existente nos veículos de comunicação, nos quais os produtos audiovisuais são pensados para crianças e não por crianças. Um dos filmes produzidos pelo Janela Periférica motivou a reforma de um campinho do bairro; um outro, foi exibido em festivais e ganhou até troféu.


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Fazendo a diferença com pequenas ações

Para quem quer ir além e fazer o bem agora

1. Adote um animalzinho, não compre
O mundo está cheio de animais que foram abandonados ou resgatados de situações abusivas. Mesmo se quiser um cachorro ou gato de raça pura, pare e pense sobre todos os outros animais que vieram de lugares ruins e precisam de seu amor. Você pode não ser capaz de salvar todos, mas salvar um deles já é um grande passo.

2. Doe um talento
Ensine o que você faz de melhor a alguém. De graça. E sem esperar nada em troca! É boa em trabalhos manuais? Sabe cozinhar muito bem? É só montar um grupo e ser professora!

3. Tire um dia para sorrir para todo mundo que cruzar seu caminho
Como moradoras de uma cidade grande, podemos dizer que esta tarefa é difícil. Mas, se fizer, perceberá que vai se sentir muito bem. Algumas pessoas te olharão como se você fosse louca, mas muitas outras retribuirão o sorriso e deixarão seu dia mais leve.

4. Retome o contato com amigos antigos
Não vale mensagem no WhatsApp! A boa e velha conversa telefônica encurta a distância e enche o coração de amor!

5. Cumprimente um estranho
Mas não faça apenas por fazer. Cumprimente de coração.

Leia mais em Coisas simples que você pode fazer para se tornar uma pessoa melhor.

Ainda não acabou!

Veja também: Como fazer a diferença na sua comunidade?

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