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Maternidade

10 dicas para você se preparar para a amamentação

by Redação taofeminino Published on 28 de março de 2016
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Informação é a chave para se preparar para esse período pós-parto em que mãe e bebê estão se conhecendo. Por Juliana Couto

Com o filho, nasce uma mãe e, o melhor, uma mãe que pode alimentá-lo com seu próprio leite. Amamentar é mais difícil do que parece. Além de uma cultura popular que reprime o seio como fonte de alimentação e amor, mas o escancara como referência sexual e de desejo do homem sobre a mulher, amamentar exige tempo, paciência e persistência. E não é simples persistir se a recém-mãe tem 180 dias, em média, com o filho e precisa enfrentar um mercado de trabalho que defende uma suposta igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas não se adequa às necessidades de um novo ser humano – que, basicamente, precisa da mãe por perto para amamentá-lo e protegê-lo, assim como precisa do pai. Prevalece a cultura da alternativa: se não é possível a mãe amamentar, se o leite dela é fraco, substitui-se por mamadeiras com bicos de plástico (a mamadeira é válida para casos extremos de bebês prematuros e para mães que não produzem leite materno; do contrário, são a alternativa prática).

Segundo Laura Gutman, autora de Mulheres Visíveis, Mães Invisíveis, "a lactância é uma continuação e desenvolvimento dos aspectos femininos mais terrenos, selvagens, diretos, filogenéticos. Para dar de mamar, as mulheres deveriam passar quase todo o tempo nuas, sem largar sua cria, mergulhadas em um tempo fora do tempo, sem intelecto nem elaboração de pensamentos, sem necessidade de se defender de nada nem de ninguém, mas apenas mergulhadas em um espaço imaginário e invisível para os demais. Isto é possível quando compreendem que a psicologia feminina inclui um profundo vínculo com a Mãe Terra, que ser uma com a natureza é intrínseco ao ser essencial da mulher, e que, quando esse aspecto não se torna evidente, a lactância simplesmente não flui. As mulheres não são muito diferentes dos rios, dos vulcões e das florestas. Só é preciso preservá-los dos ataques.”

Para preservá-los dos ataques da cultura do não amamentar, do sobrevivente e da cultura do “você não vai conseguir”, é muito importante ter em mente as dez dicas para você se preparar para amamentação e aposentar a ideia dos paninhos.

Amamentar não é natural

“Pode-se ouvir dizer ‘Amamentar é natural – por que então a mãe precisaria de ajuda?’. Algumas mulheres têm sorte e conseguem amamentar seus filhos sem nenhuma dificuldade. Entretanto, outras realmente necessitam de ajuda no início – especialmente com o primeiro filho, e, particularmente, se forem muito jovens. Inúmeras mulheres precisam de apoio para continuar a amamentar, principalmente se trabalham fora, ou se a criança chora muito.” É o que registra o livro Como Ajudar as Mães a Amamentar, de F. Savage King, do Ministério da Saúde.

É preciso aprender a amamentar com calma e paciência. Compreender a pega correta, entender que o bebê precisa praticar a sucção – o que pode significar amamentar por horas. É importante também saber a composição do leite materno: dividido entre colostro, até acontecer a descida (também chamada de apojadura), em média no quinto dia após o nascimento do bebê; o leite intermediário, que é produzido até, em média, o 22º dia; e, a partir daí, o leite materno, por sua vez, dividido entre anterior e posterior – o primeiro, que mata a sede e faz crescer; o segundo, que alimenta e faz engordar.

Não “prepare” o seu seio

Acredite, milhares de anos de evolução serviram para que o seio da mulher se prepare naturalmente para a amamentação. “A mama é formada em parte por tecido glandular e em parte por tecido conjuntivo e gordura. O tecido glandular produz o leite que posteriormente é conduzido ao mamilo através de pequenos canais ou dutos. Antes de atingir o mamilo, os dutos se tornam mais largos e formam os seios lactíferos, nos quais o leite é armazenado. Aproximadamente 10-20 dutos muito finos ligam os seios lactíferos ao exterior através da ponta do mamilo. O mamilo é muito sensível, pois possui várias terminações nervosas. Isso é um importante fator para o desencadeamento dos reflexos que auxiliam a “descida” do leite. Ao redor do mamilo há um círculo de pele mais escura chamado de aréola. Na aréola há pequenas elevações. São glândulas que produzem um líquido oleoso. Esse líquido ajuda a manter a pele do mamilo macia e em boas condições. Logo abaixo da aréola estão os seios lactíferos.”, explica o livro Como Ajudar as Mães a Amamentar. É assim que a mama se prepara par a descida do leite, que só acontece por causa da sucção do bebê que em união à ação de hormônios e reflexos, produz o leite.

Dispense sabonetes, hidratantes, esfoliantes e óleos, que podem afinar a pele da região e podem desenvolver mais rapidamente as possíveis feridas do começo da amamentação. É natural que, principalmente se você for mãe de primeira viagem, o seu seio passe por um processo de calejamento: é provável que apareçam feridas e que você sinta dor. Palavra de mãe, persista. Faça banho de luz (de sol ou de luz infravermelha), passe lanolina para aguentar a dor, espalhe o seu próprio leite para ajudar a cicatrizar a ferida, use camisetas largas sem sutiã, o que ajuda a endurecer o seu bico, e amamente. Amamente muito.

Tente, tente e tente de novo

“Vai passar” é o seu novo mantra. Após parir, você pode se sentir insegura para amamentar. Aliás, você pode se sentir insegura e fragilizada com tudo desse novo contexto. Vai passar, acredite. É importante permitir-se sentir tudo isso e abrir-se para esse novo ser, tanto seu filho quanto você mesma. Tanto a mãe quanto o filho precisam de ajuda para aprender o que fazer. Mas ela precisa saber. Se a criança não pegar corretamente a mama, podem surgir vários tipos de problemas. Para a amamentação seguir tranquilamente, é preciso que você se sinta confiante. Você precisa de apoio psicológico das mulheres da sua família, que amamentaram ou não, do seu companheiro(a), de grupos de mães, de amigos. Confie em você e siga em frente. O contexto social e urbano promove a ideia de que é mais fácil dar mamadeira e chupeta do que amamentar em livre demanda e deixar o bebê ficar “plugado” (bebês recém-nascidos, principalmente, precisam praticar a sucção; é como se sentem seguros e aconchegados à mãe). Peça apoio e ajuda. Você não precisa conseguir sozinha. Comentários inoportunos, críticas sem fundamento e lendas familiares como “você sobreviveu” são dispensáveis. Você quer criar um sobrevivente ou um vivente?

Seu leite é suficiente, sim

“É muito importante entender o efeito da sucção na produção de leite. Quanto mais sucção, maior a quantidade de leite produzido. Se a criança pára completamente de sugar ou se nunca começa, as mamas param de produzir leite. Se a mulher tem gêmeos e ambos sugam, suas mamas produzirão a quantidade extra de leite de que as duas crianças precisam. Isso é chamado de oferta e procura. As mamas produzem tanto leite quanto a criança precisa. Se a mãe quer aumentar a oferta de leite, deve estimular a criança a sugar um maior número de vezes e por mais tempo. NÃO deve perder uma mamada para “economizar” leite - isto fará com que as mamas produzam menos.”, é o que registra o livro Como Ajudar as Mães a Amamentar.

A natureza é ou não é perfeita? O leite materno é a principal fonte de alimentação do bebê até que ele complete um ano de vida. O aleitamento materno exclusivo (por exclusivo entende-se sem água, suco, chá e alimentação sólida) é recomendado pelo Ministério da Saúde até os seis meses de idade. Após esse período, a proposta é iniciar Introdução Alimentar (IA) como complemento. A amamentação é recomendada até os dois anos de idade pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que significa que antes desse período qualquer tipo de desmame é precoce. Seu leite é suficiente não só para alimentar seu filho, como é suficiente para transmitir a ele segurança, carinho e amor. O bebê não mama somente para se alimentar. Mas, para recém-nascidos, principalmente se alimentar, se sentir ligado a sua mãe, também para se sentir seguro e compreender que está com a mãe, que não está sozinho e para, progressivamente, compreender que não está mais dentro dela.

Entre outras qualidades, o leite materno nunca vira água e, dos 12 aos 23 meses de idade do bebê, fornece 29% das necessidades energéticas, 43% das proteínas, 36% de cálcio, 75% de vitamina A, 76% de ácido fólico, 94% de vitamina B12 e 60% de vitamina C.

Mantenha uma alimentação saudável

Não se trata somente de manter determinadas quantidades de calorias para retornar ao corpo que você tinha antes da gestação. Trata-se de manter sua saúde. Vai beneficiar a amamentação? Talvez. Na verdade, precisa beneficiar você mesma, o que acaba beneficiando seu filho (o binômio mãe-bebê é poderoso). Mas com liberdade, desprendendo-se de todas as obrigações e os rótulos acerca de como uma mulher deve comer ou para ser magra ou para alimentar seu filho.

Segundo Carlos Gonzáles, no livro Manual Prático de Aleitamento Materno:
1. “A composição do leite modifica-se muito pouco com a dieta materna. A quantidade de proteínas, lipídeos e lactose no leite não variam com a dieta. A proporção entre ácidos graxos saturados e insaturados de fato varia, mas de qualquer forma o leite materno é rico em ácidos insaturados mesmo que eles sejam escassos na dieta da mãe. A concentração de algumas vitaminas varia de acordo com o consumo da mãe, mas o leite será adequado sempre que a mãe não sofra um déficit de vitaminas (por exemplo, o déficit de vitamina B12 em vegetarianos estritos que não tomam suplementos).”

2. “É claro que a mãe que amamenta necessita beber mais água. Porém, não é necessário dizer-lhe a quantidade de água que ela deve beber, assim como não era necessário dizê-lo antes da gravidez. A sede indicará quando necessita beber. [...] Beber mais água não produz mais leite. No estudo de Morse, o aumento ou a diminuição da ingestão de água de 50% em relação ao nível basal não produziu mudanças significativas na produção de leite. Nos estudos de Dusdieker, o aumento da ingestão de líquidos (pelo menos uns 25%) foi na verdade associado a diminuições não significativas da produção de leite.”

3. “Concluindo, a mãe lactante pode ter uma dieta livre, comendo o que quiser e na quantidade que quiser e bebendo sempre que tiver sede. Não é conveniente oferecer conselhos específicos detalhados sobre a alimentação às mães que amamentam. Quando tais conselhos são corretos (por exemplo, consumir frutas e verduras, não abusar das gorduras saturadas...), são igualmente corretos para toda a população. Seria uma discriminação não oferecer os mesmo conselhos à mãe que dá mamadeira, ou à mulher sem filhos ou ao homem. [...] Com exceção de casos extremos (por exemplo, em que a mãe sofre de carência de um determinado nutriente), a dieta da mãe influi muito pouco na composição do leite. Uma dieta saudável e equilibrada é um direito da mãe para proteger sua própria saúde, não uma obrigação para proteger a saúde do seu filho.”

Varie as posições de amamentação

O início não é fácil, pois nunca é fácil descobrir o novo. Quando esse novo é o seu filho, pode dar um pânico de não conseguir. Calma! Você vai conseguir amamentar. Variar as posições entre as mamadas pode ajudar você e o bebê a se acostumarem com esse universo, pode trazer mais conforto e aconchego para vocês dois. Além da posição convencional, existem ainda as posições invertida, a deitada e o cavalinho. Em todas, é essencial que a pega esteja correta. Essas posições são indicadas para qualquer idade e é importante limitar-se a elas até o bebê ter firmeza na coluna vertebral. É comum que após ele conseguir se sentar sozinho ou depois que ele comece a engatinhar, as posições variem muito e se tornem até inusitadas, como amamentar em pé, sentado, de lado, com uma perna esticada (ou, como chamam muitas mães, você vai entrar no modo “mamasutra”).

Uma dica valiosa: amamente deitada. Dessa maneira, você consegue descansar seu corpo e manter a amamentação do bebê. É importante ressaltar que em toda posição a amamentação deve ser feita barriga com barriga, ou seja, mãe e filho devem estar com a barriga uma virada para a outra. Além disso, o bebê precisa mamar a auréola do seio, não somente o bico. Para completar a pega, o famoso peixinho: lábio superior e inferior do bebê para fora, não virados para dentro. Do contrário, além de não conseguir sugar o leite corretamente, é muito provável que a mãe sinta mais dor e desenvolva feridas e até mesmo inflamações.

Livre demanda, aí vamos nós

Primeira dica da livre demanda: peito é fábrica, não estoque. O leite materno é produzido durante a mamada, de modo que a mãe não precisa se preocupar se o seio está cheio ou vazio, se o bebê está mesmo sugando leite. Saiba que o seu filho está mamando mesmo que seu seio aparente estar murcho. Como muito bem explica o Dr. Carlos González no livro Manual Prático de Aleitamento Materno “O peito em livre demanda só pode ser dado em alojamento conjunto. Isso não significa “cada vez que ele chorar”, já que o choro é um sinal tardio de fome. Antes de chorar, o bebê mostra seu apetite com sinais precoces: aumento de atividade, movimentos de procura, sons, chupando os punhos. Se o bebê não está com a mãe é provável que ninguém observe esses sinais. Alguns bebês começarão a chorar em alguns minutos e conseguirão mamar, ainda que seja tarde, mas outros voltarão a dormir durante horas. A amamentação em livre demanda implica oferecer o peito diante do primeiro indício de que o bebê está disposto a mamar, mas também respeitá-lo se não quiser. Como norma geral, não é necessário despertar um bebê para que ele mame, mas essa norma tem uma exceção importante: quando o bebê não ganha ou está perdendo peso. [...] Já que todos os recém-nascidos estão perdendo peso é preciso oferecer o peito ativamente. Deve-se ter um cuidado especial com os que pesam menos de três quilos, os que nascem no limite das 37 semanas ou os que têm sonolência excessiva.” Amamentar sem relógio é libertador para a mãe. Isso porque, atenta aos sinais do bebê, se dispõe a amamentá-lo sempre que for necessário e, com o passar do tempo, adequando a rotina ao tempo do bebê. Não vai existir atraso, muito ou pouco leite. Vai existir um binômio mãe-bebê saudável e feliz - e, sim, cansado; e, sim, com sono, porque muitos bebês mamam a cada hora e meia mesmo após os primeiros meses, porque muitos bebês demoram para dormir e querem dormir mamando ou, como dizem, chupetando/chupeitando – aliás, qual a ironia desse termo? A chupeta foi criada para substituir a necessidade de sucção do bebê no seio materno. Então, o bebê não chupeta o seio materno. Ele mama a chupeta. Entende a diferença de perspectiva?

Passe longe de bicos artificiais

Não use bico de silicone para amamentar. Adivinha só qual é o corpo que passou por milhares de anos de evolução para se adequar à sobrevivência e reprodução permanente da espécie? O corpo humano. O que inclui pensar que a mama da mulher tem uma anatomia adequada para a amamentação, característica dos mamíferos. Então, sim, seu seio está pronto para amamentar. Seu bico está aí, não é necessário um silicone entre você e o bebê. No entanto, caso você tenha o bico do mamilo plano ou invertido, há recomendações médicas que podem ajudar a formar o bico ainda durante a gestação – vale a pena conversar com o seu pediatra para saber qual tipo de material você pode usar e por quanto tempo. Quanto às chupetas, não compre ou jogue fora as que você ganhou. Além de prejudicar a amamentação, já que a necessidade de sucção do bebê deve ser saciada no seio materno, a chupeta provoca deformações esqueléticas faciais, dentárias, altera os músculos da boca e altera a respiração, entre outras consequências.

O uso da mamadeira, ainda que ocasionalmente, pode provocar a confusão de bicos e fazer com que o bebê rejeite o seio materno. Bebês não recusam o seio materno sem algum motivo. A forma que a criança suga o seio e a mamadeira é diferente, de modo que ela vai desaprender a pega do seio, machucando a mãe, e vai acabar desenvolvendo outras formas de sucção, o que pode prejudicar, no futuro, a mastigação.

Não compre leite artificial

Não compre o leite artificial para ter em casa "em caso de necessidade". Porque, na primeira vez em que você se sentir insegura em relação ao seu leite (é muito provável que isso aconteça), você vai pensar em recorrer ao que “alimenta mais”. O complemento artificial pode vir a ser necessário, mas em casos específicos em bebês prematuros com defasagem em ganho de peso, bebês que não ganham peso, entre outros casos. Cabe, no entanto, refletir: o aumento do peso do bebê deve ser observado com a amamentação. Bebês não crescem da mesma maneira. Há ritmos de desenvolvimento e crescimento diferenciados. Complementar a alimentação de um bebê recém-nascido, portanto, deve ser uma escolha muito bem pensada e avaliada com calma, tanto do ponto de vista nutritivo, já que o leite materno é específico mãe-bebê, isto é, o seu leite é produzido na medida certa para o seu filho, com os nutrientes e as vitaminas balanceadas para ele, quanto do ponto de vista da indústria da alimentação e do consumo, já que existe uma cultura de educação alimentar sob o pretexto do patrocínio: congressos e encontros financiados por grandes corporações alimentícias que promovem o leite artificial, de modo que o profissional, em seu consultório, defende o consumo do produto. Como escreve o Carlos González em Bésame Mucho: “A orientação de um livro ou de um profissional raramente é explicita. A orelha do livro deveria dizer claramente: 'Este livro parte do principio de que as crianças precisam da nossa atenção'. Ou então: 'Neste livro supomos que as crianças que nos fazem de bobo na primeira oportunidade'. O mesmo deveriam fazer os pediatras e os psicólogos na primeira consulta. Assim, as pessoas seriam conscientes das diferentes orientações e poderiam comparar e escolher o livro ou o profissional que se adapte melhor às suas próprias crenças. Consultar um pediatra sem saber se ele é partidário do carinho ou da disciplina é tão absurdo quanto consultar um sacerdote sem saber se ele é católico ou budista, ou ler um livro de economia sem saber se o autor é capitalista ou comunista.” O mesmo vale para o leite: a mãe, que confia ao médico a parceria no processo de desenvolvimento e busca informações no consultório, não vai mudar o “livro” que é contra a amamentação ou não a considera essencial – o que não faz sentido, partindo do ponto de vista que um médico deve basear-se em evidências científicas, naturais e comprovadamente compreendidas como melhores para a saúde do bebê.

Faça parte de grupos de apoio

A rede de apoio é essencial para o sucesso da amamentação. Você vai encontrar opiniões diferentes, vai encontrar costumes e culturas diferentes, mas os grupos de apoio também concentram muita informação de qualidade, livros, discussões e experiências que serão muito valiosas para compreender o comportamento e desenvolvimento do seu filho. Muitos medos e inseguranças podem ser divididos e solucionados com mulheres mães dispostas a ajudar. Mais do que uma dica de amamentação e de mãe, essa é uma dica amiga: busque a sororidade. E informe-se com qualidade e atenção.

Amigas do Peito - Rio de Janeiro
e-mail: amigasdopeito@amigasdopeito.org.br

Matrice - São Paulo
e-mail: grupomatrice@gmail.com

La Leche League Brasil - Rio de Janeiro

Grupo Virtual de Amamentação

Aleitamento Materno Solidário

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