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Casamento que cabe no bolso: dicas preciosas para economizar nos preparativos do big day

by Monique Garcia Published on 6 de novembro de 2015

Você quebrou o porquinho e ele não está dos mais fartos. O que fazer? Absorver toda a sapiência das wedding experts que jogam luz neste texto. São elas que, a seguir, ditam os truques sagazes para poupar grana no casamento

A vontade de trocar alianças é enorme. A época é de vacas magras. Acontece. Mas isso não precisa ser um empecilho para a celebração rolar, tá? É claro que é preciso fazer ajustes aqui e ali, abandonar superfluidades, ser criativa e rebolar muito. E quer saber? No final das contas, colocar essas táticas espertas em prática pode ser bem divertido – e são elas que lhe ajudarão a chegar ao altar (ou onde quer que planeje se casar) sem estourar o borderô. Saiba como aplicá-las em cada etapa rumo ao grande dia:

Antecedência

O ideal é começar a organizar os preparativos com um ano de antecedência. Além de o casal ter um prazo maior para arcar com os custos do casamento, pode escolher com mais tranquilidade as opções que o mercado oferece. “E ainda é possível fazer as compras antes que os valores sofram reajustes anuais”, frisa Tamara Barbosa, diretora da Coordinare Eventos (SP).

Data

Selar a união durante a semana é uma medida bastante amiga do bolso. “A procura é menor e, por isso, a economia chega a 35%”, contabiliza Camila Relva, assessora de casamentos (SP). Os meses mais baratos para celebrar são julho e agosto. “Os noivos evitam o período de inverno, e ainda há a superstição de que casar-se em agosto dá azar”, lembra a expert.

Local

Considere juntar a cerimônia e a festa no mesmo lugar. Além de cortar gastos, não há o trabalho de administrar os preparativos em dois locais diferentes, e os convidados não precisam deslocar-se de um para o outro. “Também é importante checar se serviços como som, luz, gerador e limpeza já estão inclusos no contrato. Isso faz toda a diferença no orçamento final”, alerta Tamara Barbosa.

Lista de convidados

Chame apenas os membros da família mais próximos e amigos íntimos. “Tire da lista aqueles que o casal não vê pessoalmente há três anos”, aconselha Camila Relva. A exceção, é claro, são os entes queridos que moram longe, mas que, ainda assim, mantêm contato com os noivos.

Convites

Troque o papel importado pelo nacional e dispense almofadas e forros no cartão. “Buscar empresas com gráfica própria também ajuda bastante na redução de custos”, assegura Tamara Barbosa. Se a quantidade de convites não for tão grande e a dupla tiver tempo e habilidade, a dica é invocar a criatividade e apostar no DIY (do it yourself, ou faça você mesmo, em português) para personalizar seu próprio modelo.

Vestido

Comprá-lo pode ser um gasto desnecessário, afinal, depois do casamento, a peça tende a ser abandonada no armário, certo? Como alternativa, existem excelentes opções de primeiro e segundo aluguel (inspire-se em nossa galeria de Vestidos de noiva 2016). A palavra de ordem é pesquisa!

Decoração

Flores da estação costumam ser mais baratas e, por estarem fresquinhas, certamente deixam o ambiente belíssimo. Optar por um espaço que já tenha a maior parte do mobiliário também ajuda – e muito! – a poupar capital. Ah, e aqui também super vale abusar da imaginação e usar objetos simples como decór: garrafas de bebidas podem fazer as vezes dos vasos, por exemplo. Descubra outras possibilidades na reportagem ​21 ideias de décor DIY simples e fofas para sua festa de casamento.

Cardápio

O menu deve oferecer, no mínimo, um tipo de massa e um de carne. Já o peixe é opcional e, geralmente, com a exclusão desse item, o valor do serviço cai consideravelmente. Refeições empratadas, servidas pelos garçons, podem até conferir um quê de organização e elegância à festa, mas pesam mais na carteira. Que tal, então, considerar o buffet, em que o próprio convidado monta seu prato? Por fim, no quesito sobremesa, vale diminuir a variedade oferecida. Há estabelecimentos que oferecem até cinco opções, por exemplo. Reduza para três.

Bebidas

A compra consignada é o grande macete. Nesse sistema, os noivos compram cerca de 50% do total a ser servido na festa. A outra metade é margem de segurança, caso as bebidas acabem antes do evento chegar ao fim. “As que não foram geladas nem abertas podem ser devolvidas para a empresa contratada, evitando prejuízos”, explica Tamara Barbosa.

Cabelo e maquiagem

Peça para sua amiga ou cabeleireiro de confiança (que não seja careiro) cuidarem do visual. “É preciso realmente confiar na pessoa encarregada dessa tarefa. Lembre-se de que o look ficará registrado para sempre no álbum de fotos”, enfatiza Camila Relva.

Carro

A chegada da noiva nos charmosos carrões alugados pode até dar aquele toque de glamour à cerimônia, mas admitamos: é um gasto supérfluo. “Pegar emprestado o veículo de algum parente ou amigo é sempre a melhor opção, afinal, o custo é zero!”, instiga Camila Relva.

Música

A dúvida é inevitável: banda ou DJ? Ambos têm prós e contras, mas a melhor opção para o casal com pouca verba é, sem dúvidas, a segunda. Lembre-se de que contratar uma banda geralmente implica na obrigação de providenciar camarim e alimentação para os integrantes, além de demandar estrutura para alocar os equipamentos – sem mencionar o cachê, que costuma ser lá nas alturas. É possível economizar ainda mais? Opa, se é! Se a festa tiver apenas músicas ambiente, elabore uma playlist no capricho e... som na caixa, meu bem!

Foto e vídeo

Dispense o serviço de vídeo e contrate apenas o de foto. “Ou, então, requisite uma filmagem com edição reduzida da festa”, sugere Tamara Barbosa.

Lembrancinhas

No fim da festa, distribua bem-casados. O doce é simples, porém delicioso – e, ainda que já esteja com o destino final traçado (seu estômago, oras!), é um ótimo regalo para agradecer a presença dos convidados. Garrafinhas de água com rótulos personalizados, latas fofitas com balas e vários outros mimos também podem ser preparados pelos próprios anfitriões.

Personal pechincha: ele pode te ajudar!

Sua incumbência é conseguir os melhores descontos para os noivos. “O casal entrega os orçamentos que já possui e, a partir daí, negociamos com os fornecedores para que os preços sejam ainda mais reduzidos”, detalha Cristiane Vieira, personal pechincha (SP), que consegue abater até 30% dos valores. E não há custo algum para a contratação do serviço: o profissional só lucra quando a barganha dá certo, recebendo 50% da economia gerada. Por que é eficiente? “O personal pechincha não tem envolvimento emocional com o casamento. Muitos casais compram por impulso por conta da empolgação de estarem realizando seu sonho, e acabam não racionalizando algumas questões”, teoriza a expert.

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by Monique Garcia

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