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Bem-Estar

Vem na pegada do bambolê, olalá, olelê

by Isabella Villalba Published on 17 de julho de 2014

O título à la É o Tchan tem um motivo: o bambolê pode te ajudar a queimar calorias! Sim, bambolear é um exercício aeróbico de baixo impacto e faz superbem para o coração. Quer jeito mais divertido para driblar a monotonia da malhação?

Quando criança, você provavelmente rodopiou com um bambolê em volta da cintura ao som de É o Tchan. É... você cresceu. No entanto, os giros não deixaram de fazer bem para a saúde e de divertir. Rebolar com um bambolê por uma hora queima entre 400 e 600 calorias. “A prática ajuda a definir abdômen, pernas, braços e bumbum. Os movimentos desenvolvem o equilíbrio central e a coordenação”, comenta a arte-educadora Patrícia Arnosti, que dá aulas e workshops de bambolê em São Paulo. A atividade incentiva a concentração e “limpa” a mente, mandando o stress para a lua.

A arte-educadora Patricia se encantou pelo bambolê há 9 anos e não parou mais: ela já chegou a ensinar 1200 pessoas a soltar o rebolado em um único dia!

Celebrities como Beyoncé, Liv Tyler, Catherine Zeta-Jones e até a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, são adeptas da modalidade que ajuda a trabalhar as curvas turbinando o efeito violão. "Com o exercício aliado a uma alimentação correta, é possível ver uma grande diferença na cintura", afirma Patricia.

Não é muito fácil encontrar bambolês em lojas físicas. Contudo, no maravilhoso mundo da internet, a comunidade de amantes e novos praticantes acessam blogs e grupos sobre o tema, descobrem eventos que vão rolar -- o 2º Encontro Nacional de Bambolês será em novembro -- e, claro, encontram aros artesanais para vender!

"O tamanho ideal, para iniciantes é, normalmente, 100 centímetros de diâmetro. Mas, claro, tudo depende da altura do praticante. A ideia é que o bambolê fique mais ou menos à altura da cintura", explica Vera Carvalho, artista circense e bailarina, que fabrica bambolês desde 2006, na Bam Bam Bolê e envia encomendas para todo o Brasil. Os bambolês custam, em média, R$ 60.

A regra é simples: quanto maior a circunferência, mais fácil a prática, já que o bambolê demora mais para fazer uma volta completa. Quanto mais expert você for na brincadeira, o diâmetro diminui, para a rotação ser mais veloz e o grau de dificuldade do exercício aumentar.

Então, o que você está esperando para começar? Inicie com 20 minutinhos diários, enquanto ouve sua playlist favorita ou assiste àquela série. Depois (ou antes - a ordem dos fatores não alteram o resultado), você pode participar de workshops e aulas para aprimorar a técnica e fazer acrobacias sensacionais. Quem sabe você não leva um bambolê neon para balada e arrasa assim, ó:

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Rebola-bola com o bambolê:

Em São Paulo:
- Se o que você procura é um workshop, tanto ao ar livre, quanto na sua empresa, dê uma olhada no trabalho de Patricia Arnosti. No site http://bambodanca.com.br/ você encontra detalhes e saber da programação de aulas de Bambodança.
- No The Queen Fitness Studio é possível fazer aulas particulares de hoop dancing por R$ 100, a hora. Mais informações em: http://www.thequeen.com.br/

No Rio de Janeiro:
- Imagina bambolear na praia, que bênção? Na página Movimento Bambolê Rio é possível saber qual o próximo evento das amantes desta arte.​

​Iniciativas por todo o Brasil:
- No grupo Bambolê Brasil no Facebook.

by Isabella Villalba

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